São Paulo, 17 de Junho de 2019.

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Sisters Of Mercy , por Marcelo Pinto
O Sisters of Mercy é, ao lado de Bauhaus e Cult, o grupo precursor da música gótica na Inglaterra. Criado em 1980 na cidade de Leeds, o Sisters of Mercy começou com apenas dois integrantes: o guitarrista Gary Marx e o baterista Andrew Eldritch, o mentor do grupo. Andrew logo assumiu os vocais e colocou uma bateria eletrônica em seu lugar (que ele chamava de Doctor Avalanche). Mesmo sem dinheiro, a dupla resolveu gravar um 'single', "Damage Done", lançado pelo selo Merciful Release, criado por eles mesmos.

Com o 'single' lançado, foi preciso chamar novos integrantes para as apresentações ao vivo. Entraram Ben Gunn na guitarra e Craig Adams no baixo. A formação estreou em fevereiro de 1981. As mudanças com os shows vieram e o som ficou mais limpo e refinado. No ano seguinte, eles lançaram uma segunda gravação, com as músicas "Body Electric" e "Adrenochrome". Esta última foi considerada o 'single' da semana pela revista Melody Maker. Começava então o resultado de um crescimento musical. Eles gravaram um programa da BBC em Londres e saíram em turnê com o grupo Psychedelic Furs.

Os meses seguintes foram de muito trabalho e o início do reconhecimento. Após lançarem mais dois 'singles', "Alice" e "Floorshow", o grupo continuou em turnês. Além das composições próprias, eles apresentavam covers dos Rolling Stones, Dolly Parton e Hot Chocolate. Conseguiram, ainda, gravar mais um especial na BBC e lançar um LP com "Alice", "Floorshow", "Phanton" e "1969", do The Stooges, nos Estados Unidos.

A nova turnê, ainda que pequena, incluiu Europa e Estados Unidos. O resultado dos shows foi o lançamento de mais uma canção, "Temple of Love". A notícia ruim foi a saída de Gunn. No seu lugar, entrou Wayne Hussey, que tocava uma guitarra com 12 cordas, o que deu uma pequena mudada no som do grupo. Mas o melhor estava por vir, um contrato com WEA. Com a nova formação, o grupo lançou mais um disco com quatro músicas, mas a motivação naquele momento era a produção do primeiro álbum.

O disco chegou em 1985, depois de cinco anos de batalha. "First and Last and Always" é considerado o melhor trabalho do grupo, com composições de Hussey e Eldritch. Eles saíram em turnê por alguns meses e, quando voltaram, os problemas apareceram. Gary Marx abandou o grupo e o conflito entre Hussey e Eldritch começou. Hussey já estava compondo e cantando algumas músicas para o grupo, mas Eldritch não gostou das novas canções e, inevitavelmente, Hussey deixou o grupo, seguido por Craig Adams.

Hussey e Craig montaram uma banda e começaram a fazer shows. Como estava difícil para lançar algum trabalho, o jeito era colocar um nome que ligasse os dois ao grupo anterior. Assim, batizaram a banda de Sisterhood, nome do fã-clube do ex-grupo. Eldritch não gostou nada da história e lançou um álbum com o mesmo nome antes da dupla, tudo devidamente registrado. Foi por água abaixo a idéia de Hussey e Craig. Eles não desistiram e começaram a se apresentar como The Mission.

A volta do Sisters of Mercy aconteceu só em 1987 quando saiu o 'single' "This Corrosion", que também contava com a música "Torch e Colours" e alcançou o primeiro lugar na parada norte-americana de rock alternativo. A formação naquele momento era Eldritch, Patrícia Morrison no baixo e a velha bateria eletrônica Doctor Avalanche. O disco saiu alguns meses depois, "Floodland", com experimentações de Eldritch no teclado.

Nos anos seguintes, a banda continuou com a produção de singles: em 1988 foram mais dois, "Dominion" e "Lucretia My Reflection", até que a entrada do guitarrista Andréas Bruhn agitou novamente o grupo e ele começou a compor com Eldritch para um novo disco. A baixista Patrícia saiu e Ton James e Tim Bricheno entraram. O lançamento de "Vision Thing" marcou mudanças na música, que ficou mais pesada. O melhor era que o grupo voltava a se apresentar ao vivo, cinco anos depois do último show. Até o Brasil foi incluso na turnê desta vez e, em 1990, o grupo desembarcou por aqui para fazer algumas apresentações.

A década de 90 foi pontuada pelas turnês na América do Norte e Europa, que ganharam fôlego com coletâneas lançadas. O que também ajudou foram as polêmicas de Eldritch, além do entra e sai de integrantes.

O grupo segue há mais de uma década sem lançar um álbum inédito. Mesmo assim, ele continua a produzir novas músicas, que são incluídas nos shows em festivais na Europa todos os anos.
Fonte: kissfm.com.br

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