São Paulo, 19 de Março de 2019.

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Rhapsody Of Fire, por Marcelo Pinto

Explorando ao máximo esse contexto, o Rhapsody é uma das bandas mais bem sucedidas atualmente. Começaram em 1992, na cidade de Trieste, Itália, sob o nome de ThunderCross, quando o guitarrista Luca Turilli, o tecladista Alex Staropoli e o baterista Daniele Carbonera ensaiaram as primeiras canções.

Decidem gravar a fita demo “Land of Immortals” com os músicos convidados Cristiano Adacher, no vocal e Andrea Furlan, no baixo. Após a segunda demo, ” Eternal Glory”, em 1995, assinam com a gravadora alemã LMP.

Para o lançamento do álbum de estréia, porém, o grupo passou por algumas modificações que se mostraram decisivas em relação ao futuro: a mudança de nome para Rhapsody e a inclusão do vocalista Fabio Lione, do Labyrinth.

Foi lançado então, em 1997, “Legendary Tales”, surpreendendo o mundo com a energia, a técnica e o alto nível das composições. Segundo o próprio Luca, o grupo pratica “Hollywood Metal”, ou seja, um Heavy Metal cinematográfico com histórias fantásticas e produção idem.

A produção do disco assim como as partes de baixo, foram feitos por Sascha Paeth, guitarrista do Heaven’s Gate, que já trabalhou com diversas bandas de Metal. Com a excelente repercussão em todo o mundo, voltam aos estúdios de Sascha já com o baixista Alessandro Lotta e, no ano seguinte, o segundo trabalho “Symphony of Enchanted Lands” foi lançado.

Esse disco foi uma mera continuação de ‘Legendary Tales” e não apenas na história, mas também a capa, o fotógrafo, a orquestra, a produção, ou seja, praticamente tudo foi feito com as mesmas pessoas. Em 1999, o guitarrista Luca Turilli lançou seu primeiro projeto solo “King Of The Nordic Twilight” que também foi muito bem recebido pelos fãs.

“Dawn Of Victory”, de 2000, trouxe algumas novidades: o baterista Alex Hozwarth (músico de estúdio que gravou a bateria de “Angels Cry” do Angra) passou a fazer parte do line-up do Rhapsody e as guitarras ganharam maior destaque, tornando as composições ainda mais pesadas. Somente após “Down of a Victory” o grupo saiu em sua primeira turnê pela Europa, ao lado dos melódicos Startovarius e Sonata Arctica.

O Rhapsody ainda passou sozinho por São Paulo em 2001 e fez um show memorável mostrando-se tão competente ao vivo como em estúdio. O destaque ficou com o vocalista Fabio Lione, considerado um dos maiores nomes do Metal atualmente.

O EP “Rain Of a Thousand Flames” serve de prenúncio para a última parte da “batalha épica” do Rhapsody, intitulada “Power Of The Dragon Flame”. Este álbum, lançado em 2002, encerra a saga Emerald Sword e marca a entrada de Patrice Guers no baixo e Dominique Leurquin na guitarra base.

O novo trabalho do grupo foi anunciado pela banda ainda para 2003.

Fonte: http://territorio.terra.com.br

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