São Paulo, 23 de Maio de 2019.

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Danzig, por Marcelo Pinto

Glenn contatou Eerie Von dizendo que os Misfits eram ele e Caiafa, e se eles não pudessem se entender, então não existiriam os Misfits. Na verdade ninguém sabe ao certo o motivo do desentendimento; até hoje quando Glenn é questionado sobre a briga ele fica nervoso e desconversa.

Na realidade Glenn queria mudar o estilo, de tocar e cantar e começou a escrever outras músicas, coisa que para ele não era problema pois todas as músicas dos Misfits foram compostas por ele, começou então a dar vazão para o seu novo projeto, o DANZIG.

O Danzig lançou seu primeiro disco em 1988 com Glenn Danzig nos vocais, Eerie Von no baixo, John Christ na guitarra, e Chuck Biscuits na bateria. O álbum, auto-entitulado, foi "puxado" por Mother, além da força da galera do Metallica, que sempre tocou cover dos Misfits, e resolveu dar uma força pra nova banda de Glenn. Há quem diga que na faixa Possession do 1º disco, tem a participação escondida de Hetfield (já que nos créditos não aparece nada a respeito disso).

Entre o lançamento do disco até 1989 a banda ficou excurcionando e, em 1990, lançam um home vídeo com clips e declarações de seus integrantes. Logo depois surge o 2º álbum, Lucifuge, já com mais músicas aparecendo como, Long Way Back From Hell, Her Black Wings e Devil´s Plaything. Em 1991 lançam seu segundo Home Vídeo, também chamado Lucifuge.

Em 1992 chega às lojas talvez o melhor trabalho da banda, Danzig III - How The Gods Kill, que poderia ser adquirido só o CD, ou uma caixa com CD e uma fita de vídeo. Além da faixa-título, destacam-se Dirty Black Summer e Do You Wear the Mark. A guitarra de John Christ se aperfeiçoa a cada trabalho e ele sozinho garante as apresentações da banda. Mas ainda faltava um trabalho ao vivo. Foi então que, em 1993, lançaram o EP Thrall, com 3 músicas inéditas, juntamente com o EP Demonsweatlive, com 4 músicas ao vivo.

Danzig IV, sai em 1994 com a porrada Brand New God e o hit Cantspeak (mas não desligue o som no final da última música, pois tem uma faixa pirata macabra nº 66). No ano seguinte a banda vem para o Brasil fazendo o show de lançamento do CD, nos dias 20 e 21 de junho no Olympia. A surpresa para os brasileiros era a saída de Chuck Biscuits da batera, dando lugar a Joey Castillo, mas Joey superou a espectativa da galera e segurou muitíssimo bem.

Depois do show no Brasil, Glenn Danzig recebe um convite para atuar como Wolverine no filme dos X - Men (que ainda não começou a ser filmado). Glenn se desentende com a banda, e a mesma acaba se dissolvendo. Glenn abre uma editora e começa a fazer quadrinhos, Eerive Von vai para o ramo de trilhas sonoras de filmes e John Christ começa a trabalhar solo.

Cansado de esperar as filmagens, Glenn resolve voltar com a banda, chama Joey Castillo de volta, convida Joseph Bishara para os teclados e Josh Lazie para o baixo, e fazem um som totalmente diferente do antigo Danzig, cheio de influências eletrônicas.

Em 1999, ainda seguindo a tendência do trabalho anterior, “6:66 Satan’s Child” chega às lojas e também não agradou muito o público, acostumado com o os “riffs” simples e empolgantes dos primeiros discos. Percebendo isso, o vocalista não perdeu tempo e resolveu garantir a boa aceitação do próximo lançamento, recorrendo a um recurso infalível: Um álbum duplo ao vivo. “Live on the Black Hand Side” chegou em 2001 trazendo toda a energia (nem sempre positiva) que rola nas apresentações da banda.

Em alta novamente com os fãs, Glenn lança “777: I Luciferi”, em 2002. As composições inéditas misturam a sonoridade mais Rock do início da carreira com batidas e efeitos eletrônicos dos últimos álbuns. A formação atual da banda conta com o guitarrista Tommy Victor, que também toca no Prong, Jerry Montano no baixo e o baterista Johnny Kelly, do Type of Negative na turnê The Blackest of the Black.
Fonte: http://territorio.terra.com.br

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