São Paulo, 22 de Maio de 2019.

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Nocturnal Rites, por Marcelo Pinto

O primeiro nome do Nocturnal Rites foi Necronomic, que fazia um som pesado com a afinação das guitarras abaixo do normal (tudo afinado em “ré” e não em “mi” como normalmente é feito). Mas, aos poucos, o estilo foi sendo alterado, passando a ficar mais leve, melódico e rápido e, já com o nome atual, o grupo gravou o disco de estréia, “In A Time Of Blood And Fire”.

O line up era: Mikael Söderstrom e Nils Eriksson nas guitarra, Nils Norberg no baixo e Tommy Eriksson na bateria que saiu e foi substituído por Ulf Andersson. Em 1993, Anders Zackrisson assumiu os vocais.

No ano de 1995 o trabalho lançado pela Dark Age Music, teve uma receptividade excelente por parte da crítica. Mas a gravadora não investiu na distribuição e tampouco se preocupou em licenciar o álbum para outros selos. A divulgação também foi extremamente deficiente e “In A Time Of Blood And Fire” acabou não sendo tão popular quanto poderia. Bem mais tarde, o Hammerfall foi erroneamente celebrado como fundador da segunda geração do speed metal melódico, mesmo com o Nocturnal Rites tocar este estilo há muito tempo e sempre tendo castelos, guerreiros, feitiçarias e mágica como suas temáticas.

Tudo isso fez o grupo procurar novos parceiros. As ofertas surgiram e a apresentada pela Century Media foi a que mais agradou à banda. Em 1998 saiu “Tales Of Mystery And Imagination”, um disco que teve resultados antagônicos. Por um lado, foi aprovado e ganhou elogios rasgados pela qualidade técnica e musical. No entanto, por outro lado, o grupo enfrentou de vez o fantasma do Hammerfall, sendo acusado de ser apenas uma versão da banda sueca.

A resposta à isso veio dos palcos. Uma série de shows e uma grande tour ao lado de Overkill e Angel Dust provaram a honestidade e a competência do Nocturnal Rites. “The Sacred Talisman”, o disco seguinte, alcançou o 83º lugar na parada oficial japonesa. Outra tour, agora com Lefay, Sacred Steel e Nevermore, além de uma performance irrepreensível no festival Dynamo Open Air, em 1999, garantiram o lugar merecido do grupo.

Apesar do fortalecimento dentro da cena, o Nocturnal Rites sofreu outro revés com a saída do vocalista Anders Zackrisson. Mas a alteração acabou sendo um passo à frente, pois o substituto de Anders, Jonny Lindkvist, revitalizou a banda com sua voz.

Com ele o grupo voltou-se ao novo trabalho, “Afterlife”, que foi gravado por Eskil Lövström no estúdio Tonteknik, na cidade natal da banda, Umea (na Suécia). No disco, o baixo e os riffs de guitarras são fortes o suficiente para impedir o ouvinte de ficar parado, enquanto que o teclado e as guitarras duelam incessantemente. Além disso, as linhas vocais de Lindkvist são altas e precisas, fazendo de “Afterlife” um grande CD.

Em 2002, chega “Shadowland”, um álbum ainda mais maduro e que mantém toda a qualidade dos anteriores. Uma prova disso são faixas como “Revelation”, “Vengeance” e “Birth of Caos”.
Fonte: http://territorio.terra.com.br

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