São Paulo, 16 de Janeiro de 2019.

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Roxo Profundo e Sebastião, por Eduardo Moura


Eis que fui ao show do Deep Purple (daí o título). Eis que fui ao show do Sebastian Bach (finge que escrevi de novo o que já havia escrito no primeiro parentese desse texto). Como vou comentar sobre os dois shows, será uma breve comentadinha de cada um.

Deep Purple:
Uma aula de Rock n' Roll. E não podia ser diferente. Os vovôs - sim, vovôs - subiram no palco de forma descontraida (também pudera, haja experiencia), e mostraram que quem é rei não perde a majestade. Ian Gillan cantou cheio de categoria, sabendo exatamente os pontos em que deveria exagerar nos agudos, nos pontos que era necessário "rasgar" a voz, e quando bastava o silêncio (embora tenha se recusado a tocar o clássico "Burn"). A banda toda tinha uma interatividade surpreendente, mesmo com a substituição recente do tecladista. Don Airey tocou no lugar de Jon Lord, mas não deixou a peteca cair, seu solo teve direito a "Brasileirinho" (ou não, nunca me lembro o raio do nome daquela maldita música), e Star Wars Theme.
A pipa dos vovvôs manteve-se alta, com direito a solo impecável por parte de Steve Morse que pode ser ouvido claramente por um platéia comportada. Vale ressaltar que o show aqui no rio de janeiro tinha clima de visita a casa de velhos amigos, pois o Claro Hall disponibilizou a venda de cadeiras especiais, realmente muito perto do palco, sem grade. Esse pobre aspirante a escritor assistiu a essa maravilha com os cotovelos sobre o palco, prestando atenção em todos os detalhes para contar por aqui.

Sebastian Bach:
De longe o show mais farofa que já fui. Parte dos leitores encara isso como elogio, parte não. Sebastian estava nitidamente surpreso com o carisma que o povo demonstrou, diferente das garrafadas à la Carlinhos Brown, que receberam o vocalista na sua última visita. A banda que o acompanhou (diferente da banda que tocoucom ele no priemiro cd solo " Sebastian & Friends"), era excelente. O baixisa Steve DiGiorgio merece ressalvas não só por ser de longe um dos melhores no que faz, mas por ter pego o microfone no final do show e ter contado que aprendeu uma palavra em português: Feladápouta - começando o coro da galera.
Teve também um problema técnico no som que fez com que o astro ex-Skid Row se irritasse tacando o microfone no chão, pedindo uma pausa de cinco minutos e desculpas ao público. O show serviu principalmente para mostrar o potencial da carreira solo com uma banda decente (mas sem esquecer do Skid, ele tocou alguns clássicos e falou da antiga banda no final), serviu pra acalmar o crescente movimento 80 que ultimamente vem vindo a tona (vide fanáticos que chegaram na fila as 8:00am), e pra provar que o botox é uma rima mas não uma solução.
O muso embora cantando com o mesmo vozeirãozinho (entendam vozeirãozinho como grande voz fina), está realmente forte (ele e toda a banda, parecem vikings), e realmente esticado. Do pescoço pra baixo um atleta, do pescoço pra cima uma senhora. Esse aprendiz de auxiliar a aspirante de cronista se emocionou em "I remember you" (principalmente com o guitarrista ogro tocando isso), e quebrou as costelas em Youth Gone Wild, porém teve sono nas músicas novas, salvo "Take You Down With Me".

O terceiro show dos últimos que fui, foi meu. Da minha banda. Ela é pequena demais pra ser lembrada aqui por enquanto, e legislar em causa própria é crime. Um dia falo mais desse projeto. Espero vocês na próxima semana!

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