São Paulo, 12 de Dezembro de 2018.

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Direto da Redação
Saldo do Indie Rock Festival, 29/07/2007

Por: Fabiana Schiavon

Magic Numbers, primeiro destaque do Indie Rock, provou seu alto nível musical para um público pequeno que compareceu ao Via Funchal. The Rakes decepcionou platéia

Digam, o que vocês querem ouvir? Essa é uma pergunta básica para qualquer show intimista, com uma banda da sua cidade. O surpreendente é que, dessa vez, foi dita pelo vocalista Romeo Stodart, dos ingleses do Magic Numbers. A banda que se apresentou quinta (26), no festival Indie Rock, pode ser considerada a mais carismática do ano, mesmo antes de 2007 acabar. Os ingleses empolgaram o público que cantou todo o set list em êxtase. Um Via Funchal vazio facilitou o contato dos músicos com os fãs, oportunidade de ouro para Stodard comentar cada canção, elogiar o Brasil e prometer que vai voltar. Foi como uma grande festa com uma grande banda.


O quarteto se mostrou bom conhecedor da música brasileira cantando em português "baby", composição de Caetano Veloso, que ficou conhecida pela voz de Gal Gosta. Com um sotaque pra lá de simpático, a banda demonstrou seu carinho ao país e logo conseguiu uma bandeira para pendurar em seu microfone. As belas vozes do trio Romeo, Angela (vocal, percussão e escaleta) e Michelle (baixo e vocais) arrancaram suspiros da platéia. Além de mostrar talento nos vocais, a presença de palco e atitude roqueira da baixista Ângela, também provou que o Magic Numbers não é feito só de calmaria e baladinhas. A banda é considerada, por muitos, o Mama and the Papas dos novos tempos.


Agora, se a pergunta do vocalista foi surpreendente, mais inusitada ainda foi a resposta do público que cobrou um cover: Crazy in Love, da Beyonce. Não demorou muito para a platéia se render a genial versão. Para quem não conhece a banda, vale a pena cair no conto de todas as bandas que passam por aqui: "Nos vemos em breve!". Quem conhece e perdeu, é só lamentar e esperar a próxima oportunidade.

Se na quinta-feira o Via Funchal parecia vazio, na sexta-feira (27) quase era possível dar cambalhotas na pista. A atração principal deste dia era para ser o The Rakes, também ingleses. A banda que toca um rock alterantivo bem dançante, até que fez o público se mexer, mas é bem melhor ouvi-los pelo CD, em casa. Magricelos e agitadinhos, os músicos têm simpatia zero e até mesmo as dancinhas do vocalista à la Ian Curtis (como muitos já o tinham definido)não compensam a baixa perfomance da banda. Ainda bem que o Nação Zumbi e o animadíssimo Moveis Coloniais de Acaju garantiram o ingresso. Essa última é uma big band de Brasília que mistura vários ritmos, tem um vocalista pra lá de carismático e, no final do show, lembra o Funk como le gusta. Para quem já viu o FCLG, saberá que aquela roda no meio do público não é novidade. Dá para perdoar, pois o show vale a pena.

Saldo positivo:

www.themagicnumbers.net

www.moveiscoloniaisdeacaju.com.br

www.therakes.co.uk - (ouça, mas não vá ao show se eles voltarem!)

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