São Paulo, 17 de Dezembro de 2018.

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Direto da Redação
25 mil enfrentam forte calor para assistir ao Live, 13/10/2005

Por: F.O.

MARCO ANTONIO JAYME
da Folha Online

Cerca de 25 mil pessoas resistiram ao forte calor que fez na capital paulista, ontem, para prestigiar ao Live'n'Louder Rock Fest, no estádio da Portuguesa, no Canindé. Os concertos começaram pontualmente às 13h30, debaixo de um sol para nenhum conhecedor do deserto do Saara botar defeito. A promessa de mais de 10 horas de som foi cumprida à risca. O relógio marcava 0h20 quando a última banda, o Scorpions, deixou o palco.

Como é praxe em grandes festivais, haviam os indefectíveis tipos. O "chapado", que bebe todas, fica bêbado, cai e não vê nenhum show. Em suma, rasga dinheiro. O "tímido", que, em seu primeiro concerto, não causa problemas e fica quietinho em seu canto sem dizer palavra alguma. Jovens entre 10 e 14 anos. O "veterano", que passou dos 40 anos e que tenta, em vão, parecer um jovem de 20. As "caça-cabeludos", aquelas meninas que aproveitam o tempo ensolarado para usar roupas de gosto duvidoso e quem sabe, beijar algum afortunado ou louco. E os "aborrecentes", garotos que estão ali para importunar e que gostam apenas das "bandas-que-tocam-no-rádio". Nada mais natural.

Musa

O Scorpions matou a saudade dos clássicos anos 70 e 80, como "Still Loving You", "Rock You Like a Hurricane", "Blackout" e "Dynamite". O vocalista Klaus Meine ainda tem fôlego apesar da idade, 53, e as guitarras de Rudolph Schenker e Mattias Jabs, apesar do volume altíssimo, eram perfeitamente audíveis. Possivelmente fizeram um show melhor do que o de 1985, no primeiro Rock in Rio.

Já a banda finlandesa Nightwish, apesar de ser a penúltima a se apresentar, tocou como se fosse a principal. A notával voz da vocalista lírica Tarja Turunen faz músicas como "Wishmaster", "I Wish I Had an Angel", "Nemo" e "Phantom of the Opera" valerem o preço do ingresso. Sem dúvida Turunen é o destaque individual do grupo e é musa de muitas meninas, que vestiam-se idênticas à ela.

Com relação às bandas, o Tuatha de Dannan iniciou com timidez a maratona. Tocou apenas 35 minutos e saiu repentinamente do palco. O Dr. Sin agitou a massa com "Calling Dr. Love", do Kiss e "Dr. Rock", do Motörhead. O The 69 Eyes entrou corajosamente com jaquetas pretas de couro no sol das 15h e fez um bom show de hard/gothic metal. Quase derreteram. Reis alemães do thrash metal, o Destruction, massacrou os ouvidos da galera com um show técnico. O também alemão Rage surpreendeu os mais exigentes com sua performance que mesclou power e melodic metal. As luzes artificiais já iluminavam o palco quando o paulista Shaaman entrou às 18h45, com "Turn Away". Destaques para o hard rock de "Pride" e "Innocence".

Um ponto positivo foi a organização, impecável durante todo o festival. Não houve atrasos, o que costumeiramente acontece em eventos desse porte. De negativo, apenas algumas falhas no som, que apresentou problemas no começo de algumas músicas.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u54267.shtml

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